Eleições 2018: a dança das cadeiras na prefeitura de Curitiba

A Prefeitura de Curitiba anunciou ontem mudanças em três pastas, sendo pelo menos duas delas ligadas as eleições.
Marcello Richa (PSDB), filho do ex-governador Beto Richa, deixou a secretaria do Esporte, Lazer e Juventude para ser candidato a deputado estadual. Em seu lugar entra o atual diretor de Lazer e funcionário de carreira, Emilio Trautwein.
Já na Fundação Cultural,Marcelo Cattani deixou o cargo de presidente para a atual superintendente, Ana Cristina de Castro. Cattani segue como secretário da Comunicação Social, mas é cotado para coordenar a campanha de Cida Borghetti ao governo.
Por fim, na Agência Curitiba, a nova presidente no lugar de Frederico Munhoz da Rocha Lacerda é Cris Alessi, que era diretora de Relações Públicas.

METRO CURITIBA
https://www2.metrojornal.com.br/pdf/assets/pdfs/20180410_MetroCuritiba.pdf?v=u

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Teatro do Paraná está em luto: Luiz Afonso Burigo

BurigoÉ com pesar que informamos o falecimento, nesta quarta-feira (28), de Luiz Afonso Burigo, aos 76 anos.

Em nota, no portal, A Secretaria de Estado da Cultura lamenta o falecimento do figurinista.

“O teatro do Paraná chora nesse dia. Burigo foi um grande amigo, um homem de teatro que dedicou a vida às artes cênicas. Trabalhamos juntos desde 1979. Um artista completo e dedicado. Fica a saudade do amigo. Fica a saudade do artista que sempre amou a nossa profissão”, comentou o secretário de Estado da Cultura, João Luiz Fiani.

O Velório acontece na Capela 1 do Cemitério Municipal do Água Verde. O sepultamento está marcado para amanhã (29/03), às 10h, no Cemitério do Água Verde.

Homenagens

Teatro Lala lamenta o falecimento de Luiz Afonso Burigo

O teatro Lala Schneider informa o falecimento do nosso colaborador e amigo LUIZ AFONSO BURIGO! Figurinista… Professor… Acima de tudo um homem de teatro! Nossa homenagem a essa personalidade única! Nossos sentimentos aos familiares, amigos, atores e alunos, que conviveram com ele. O velório acontece no Cemitério da Água Verde. O sepultamento será dia 29/03 às 10h.

Curiosidade: 

Jornalista e figurinista, também foi professor do Curso Técnico de Teatro e Ator, do Colégio Estadual do Paraná. Vencedor do Troféu Gralha Azul por 6 vezes, inclusive na primeira edição do prêmio, em 1974.

Fez figurinos para produções do Teatro de Comédia do Paraná, Balé Teatro Guaíra e diversas companhias paranaenses

 

É estável o estado de saúde do bebê encontrado com menos de uma hora de vida na CIC

Foto: 23º BPM

A assessoria de comunicação do Hospital de Clinicas informou que é estável o estado de saúde do bebê encontrado na manhã desta segunda-feira na Cidade Industrial de Curitiba.

O bebê, que é uma menina recém-nascida foi encontrada ainda com o cordão umbilical por policiais militares que chegaram ao local após uma pessoa ligar para o 190 e aparentemente tinha pouco mais de uma hora de vida.

De acordo com o Policial Militar Michel Macedo do 23º Batalhão, o encontro da criança emocionou a ele e a parceira Gislaine Mottin, que é mãe e ficou comovida com a situação.

O soldado Macedo conta ainda que durante o atendimento médico eles escolheram um nome para a criança.

A bebê deve permanecer em observação pelas próximas 48 horas e não apresenta nenhum problema ou complicação segundo a equipe médica que acompanha a criança no HC.

O conselho tutelar da Cidade Industrial de Curitiba foi acionado para acompanhar o caso e aguarda relatório do Hospital de Clínicas para comunicar ao juiz. Caso não apareça nenhum familiar da menina, ela será encaminhada para adoção.

As investigações ficarão a cargo da Polícia Civil que aguarda a comunicação oficial do conselho tutelar para encaminhamento a delegacia especializada.

Repórter Vanessa Fernandes

 

Fonte: https://cbncuritiba.com/e-estavel-o-estado-de-saude-do-bebe-encontrado-com-menos-de-uma-hora-de-vida-na-cic/

Barroso quebra sigilo bancário de Temer em inquérito dos Portos

Decisão de ministro atende a pedido presente em um relatório da PF revelado no fim de janeiro por CartaCapital

 

Temer

É a primeira vez que dados bancários de um mandatário serão revelados por decisão judicial

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a quebra do sigilo bancário de Michel Temer. Revelada pela mídia nesta segunda-feira 5, a decisão, de 27 de fevereiro, atende a um pedido do delegado da Polícia Federal Cleyber Malta, responsável pela investigação de um esquema de corrupção na edição do Decreto dos Portos, assinado em maio de 2017. É a primeira vez que um presidente no exercício de seu mandato tem a quebra de seu sigilo bancário autorizada por ordem da Justiça. 

Revelado inicialmente por CartaCapital no fim de janeiro, o relatório da PF, de 15 de dezembro, pedia a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico de Temer e foi usado por Malta para pedir mais prazo para a conclusão de investigações contra o presidente. Barroso atendeu ao pedido recentemente, ao estender as apurações por mais 60 dias.

A quebra de sigilo abrange o período de 2013 e 2017. A solicitação feita pelo delegado em dezembro difere da sugerida por Raquel Dodge, procuradora-geral da República. A PGR solicitou quebras de sigilo relativas ao caso, mas não incluiu Temer no pedido. Segundo Dodge, não havia elementos para tanto.

No despacho para solicitar a prorrogação das investigações por 60 dias, o delegado Malta reteirou a necessidade de ter acesso aos dados bancários de Temer.

Nesta segunda-feira 5, Temer informou ter solicitado ao Banco Central acesso aos extratos de suas contas. Ele afirmou ainda que dará à imprensa “total acesso a esses documentos”.

Entenda o caso

Assinada pelo agente Paulo Marciano Cardoso, a papelada que incentivou a quebra de sigilo de Temer defende ressuscitar um inquérito de 2011 que investigou trambiques no Porto de Santos nos quais haveria digitais do emedebista.

O relatório integra um inquérito, o 4621, que desde setembro apura possíveis falcatruas no setor portuário que teriam ocorrido não no passado, mas na própria gestão Temer. O qual teria deixado mais do que metafóricas digitais: a assinatura em um decreto.

Com base no relatório de dezembro, a PF pediu ao STF nesta terça-feira 30 acesso ao inquérito de 2011, o 3105, arquivado pela corte naquele mesmo ano. “Documentos e provas originais” geradas nesse inquérito, diz o relatório do agente Cardoso, “aparentemente são contundentes”.

Exemplo de contundência é uma planilha que registra o que parece ser suborno decorrente de contratos do Porto de Santos.

Ela é de 8 de agosto de 1998, ocasião em que o porto era comandado por um indicado de Temer, Marcelo Azeredo. Lista “parcerias realizadas” e, ao lado, três siglas acompanhadas de percentuais e de valores em reais.

Entre os parceiros, estão as empresas Rodrimar e Libra, donas de contratos de concessão em Santos e pertencentes a amigos de Temer – Antonio Celso Grecco (Rodrimar) e a família Torrealba (Libra).

Entre as siglas, estão MT, MA e L. Segundo o relatório policial de dezembro, MT seria Michel Temer, MA, Marcelo Azeredo e L, João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, outro amigo do presidente.

A citação da Rodrimar na planilha tem a cifra de 600 mil reais. Ao lado, aparecem a sigla “MT” e os números “300.000 (+ 200.000 p/campanha)”. “MA” e “L” surgem com 150 mil cada.

A Rodrimar é protagonista da investigação aberta em setembro pelo STF a colocar na berlinda um decreto baixado por Temer em maio de 2017 com bondades ao setor portuário. A investigação quer saber se o decreto foi assinado em troca de grana.

A suspeita nasceu de telefonemas do “homem da mala” e da confiança de Temer, Rodrigo Rocha Loures, às vésperas da edição do decreto. Em uma ligação, ele fala com Temer. Em seguida, com Ricardo Mesquita, diretor da Rodrimar, empresa com interesse particular no decreto, a fim de obter a renovação de um certo contrato.

As conversas foram gravadas durante a Operação Patmos, aquele surgida das delações de criminosos confessos da JBS/Friboi.

Outro motivo de desconfiança quanto à gênese do decreto presidencial: no dia em que pegou a mala com 500 mil reais em propina das mãos do então lobista da JBS/Friboi, Ricardo Saud, em abril de 2017, Loures foi ao local de carona com Mesquita. Depois foi resgatado pela mesma pessoa.

Mais um: nas negociações da propina com Saud em troca de facilidades dentro do governo, Loures citou “Celso” como alguém que poderia receptar dinheiro destinado a Temer. “Celso” é Antonio Celso Grecco, da Rodrimar.

No caso de Libra, a planilha do inquérito 3105 menciona que, por um contrato de 20 anos celebrado pela empresa no Porto de Santos, “MT” teria caixinha de 3,75%, equivalente a 640 mil reais.

Um desses contratos, referente ao terminal 35, é objeto de uma bilionária disputa. Libra é cobrada pela Advocacia Geral da União (AGU) e pela direção atual do Porto a pagar 2,8 bilhões de reais, por dar calote em compromissos assumidos no contrato de 25 de junho de 1998.

O litígio será julgado em um tribunal arbitral, longe da Justiça comum, por obra de uma parceria entre Temer e o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na votação da atual Lei de Portos, em 2013, e na montagem do segundo governo Dilma Rousseff, em fins de 2014, quando o PMDB arrancou o controle do Ministério de Portos.

Esse tribunal arbitral, a funcionar na Câmara de Comércio Brasil-Canadá, em São Paulo, realizou a primeira sessão nesta terça-feira 30. Informações obtidas perla reportagem indicam que Libra teve mais motivos para festejar do que a AGU e o Porto, embora não tenha havido decisão.

Cada centavo que a empresa economizar, será prejuízo para os cofres públicos. Graças a Temer e Cunha.

Na eleição de 2014, três irmãos Torrealba, a família dona de Libra, doaram 1 milhão de reais a Temer e 750 mil reais ao PMDB do Rio, o de Cunha. A mãe do trio, Zuleika Torrealba, deu mais 1 milhão de reais à direção nacional do PMDB, na época controlada por Temer.

Os 640 mil reais destinados a Temer por Libra em virtude de negócios em Santos são citados uma segunda vez no inquérito 3105, aquele que o recente relatório da PF tenta ressuscitar.

“De acordo com o relatório emitido em 08.08.1998 (doc 83) e ‘posição de negócios’ (doc 84), somente pela concessão dos Terminais 34/35 do Porto de Santos para a empresa Libra, a participação do grupo engendrado pelo requerido receberia 7,5% do total do negócio, um saldo de R$ 1.280.000 (hum milhão e duzentos e oitenta mil reais), cabendo ao requerido (‘MA’ no relatório) a quantia de R$ 320.000,00 (trezentos e vinte mil reais), a Lima (‘L’ no relatório), igual quantia e, a Michel Temer (‘MT’ no relatório), R$ 640.000,00 (seiscentos e quarenta mil reais).”

Esse trecho faz parte de uma petição de 1999 que deu origem ao inquérito 3105. Na petição, apresentada em uma Vara de Família, uma ex-mulher de Marcelo Azeredo, o indicado de Temer que comandou o Porto de Santos no governo FHC, queria uma pensão mais gorda. Érika Santos alegava que o ex podia pagar mais pois tinha enriquecido cobrando propina na estatal.

Temer era deputado. Cabia à Procuradoria-Geral da República investigá-lo. Em 2001, fim do governo FHC, o PGR, Geraldo Brindeiro, justificou a fama de “engavetador-geral” e mandou o caso ao arquivo.

Uma investigação policial de 2006 ressuscitou a história, incluiu Temer e chegou ao Supremo em 2011. Em fevereiro, o STF abria o inquérito 3105, relatado por Marco Aurélio Mello. Em setembro, o juiz tirava Temer de cena e devolvia o caso à Justiça comum em São Paulo.

Em setembro de 2016, Grecco, da Rodrimar, pediu a Mello uma certidão descritiva da investigação. Queria o documento, alegou, para prestar contas a parceiros comerciais. O juiz mandou-o bater na porta da Justiça paulista, onde corria o processo desde 2011.

 

Fonte: https://www.cartacapital.com.br/politica/por-caso-de-portos-temer-e-1o-presidente-a-ter-sigilo-bancario-quebrado

Megamania Cap 04/03/18

Próximo sorteio, do dia 11 de março, terá uma Hilux + R$70mil em prêmios
Prêmios da Semana
Veja o resultado do domingo passado (04/03/18)
1º Sorteio
R$ 10.000,00 (DEZ MIL REAIS)
Bolas Chamadas em ordem: 
Sorteadas
Crescente
41
09
56
45
04
33
02
43
07
39
35
59
21
03
26
60
08
46
10
42
28
30
57
36
48
31
12
05
49
14
22
15
40
55
38
23
24
11
58
299594
Antonio Aparecido Jordão
Albatroz/Matinhos
Colaborador: Mercearia do Leo
308010
João Carlos Moreira
Jardim Paraiso/Campo Largo
Colaborador: Auto Posto Leal / Jacira
Prêmio no valor total de R$ 10.000,00.
Líquido de Imposto de Renda.
Cada ganhador receberá a quantia de R$ 5.000,00, valor referente à 1/2 do valor total do prêmio.
2º Sorteio
R$ 10.000,00 (DEZ MIL REAIS)
Bolas Chamadas em ordem: 
Sorteadas
Crescente
51
16
10
29
18
39
14
03
40
59
01
60
04
56
35
05
27
53
09
37
30
13
06
32
47
33
43
44
50
34
23
11
45
12
25
19
42
57
302457
Sideney Xavier
Sítio Cercado/Curitiba
Colaborador: Mercado Sítio Verde
Prêmio no valor total de R$ 10.000,00.
Líquido de Imposto de Renda.
3º Sorteio
R$ 10.000,00 (DEZ MIL REAIS)
Bolas Chamadas em ordem: 
Sorteadas
Crescente
09
55
16
27
41
31
54
03
56
13
53
35
36
07
38
17
34
52
02
29
22
25
50
20
47
01
06
21
33
49
58
45
48
30
43
073921
Rosalina Guimarães
CIC/Curitiba
Colaborador: Ki Sorte
Prêmio no valor total de R$ 10.000,00.
Líquido de Imposto de Renda.
4º Sorteio
COROLLA GLi 1.8 AUT. FLEX 0KM + 50 MIL REAIS
Bolas Chamadas em ordem: 
Sorteadas
Crescente
26
12
27
30
35
22
04
15
50
44
45
34
46
31
23
39
19
03
48
14
29
51
56
11
60
40
05
41
24
59
07
17
57
02
49
43
25
58
169212
Deolinda Trevisan da Silva
Centro/Campo do Tenente
Colaborador: Não Identificado
Sugestão de uso do prêmio no valor total de R$ 143.000,00.
Líquido de Imposto de Renda.
Giro da Sorte
R$ 1.000,00 (MIL REAIS)
233857
Hilde Brando Rodrigues
Boqueirão/Curitiba
Colaborador: Nivaldo Loterias
011101
Luzinete Ferreira Moreira
Sítio Cercado/Curitiba
Colaborador: Ju
111483
Silvano Pires Almeida
Alto Boqueirão/Curitiba
Colaborador: Rosalina R. da Silva
163024
Neli Teresinha Haas
Fazendinha/Curitiba
Colaborador: Neli
051782
Regina Lucia da Costa Cardoso
Contenda/São José dos Pinhais
Colaborador: Genésio Ferreira
176403
Vitoria Ribeiro de Andrade Lenkiu
Jardim Guarujá/Colombo
Colaborador: Roseli
091606
Nilson Neves
Uvaranas/Ponta Grossa
Colaborador: Aroldo Rodrigues
270123
Jeferson Rogerio Sgoda
Afonso Pena/São José dos Pinhais
Colaborador: Não Identificado
020345
Amarildo dos Santos Ribeiro
Jardim Izaura/São José dos Pinhais
Colaborador: Amarildo
227056
Luiz Carlos Dias de Lima
Jardim Progresso/Ponta Grossa
Colaborador: Supermercado Nova Conquista
Líquido de Imposto de Renda.
Prêmio no valor Total de R$ 1.000,00 (cada)
Fonte: http://www.megamaniadasorte.com.br/principal.php#resultado_geral_data

Mega-Sena, concurso 2.019: ninguém acerta e prêmio acumula em R$ 40 milhões

Veja as dezenas sorteadas:

23 – 41 – 46 – 52 – 54 – 59.

Bilhetes da Mega-Sena (Foto: Heloise Hamada/G1)
Bilhetes da Mega-Sena (Foto: Heloise Hamada/G1)

A Quina teve 54 apostas ganhadoras;

cada uma levou R$ 48.889,92.

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.019 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (3) em Maceió (AL). Os números sorteados foram 23 – 41 – 46 – 52 – 54 – 59.

Com isso, o prêmio acumulou e pode pagar R$ 40 milhões no próximo concurso, que acontece na quarta-feira (7).

A Quina teve 54 ganhadores. Cada um vai levar um prêmio de R$ 48.889,92. Outras 4.043 apostas acertaram a Quadra. O prêmio para cada é de R$ 932,84.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Fonte: https://g1.globo.com/loterias/noticia/mega-sena-concurso-2019-ninguem-acerta-e-premio-acumula-em-r-40-milhoes.ghtml

Mega Sena 2018 e Quina 4617 acumularam

Resultado da Mega Sena, concurso 2018 de 28/02/2018

A Mega Sena concurso 2018 não teve acertador das 6 dezenas. O prêmio acumulado para a Mega Sena 2019, que será sorteada no dia 03/03/2018 na cidade de Maceio (AL ) é de 15.000.000,00.

11 22 25 27 55 59
Acertos Ganhadores Prêmio (R$)
Sena 0 R$ 0,00
Quina 83 R$ 26.039,70
Quadra 4.661 R$ 662,42

Resultado da Quina, concurso 4617 de 28/02/2018

A Quina concurso 4617 não teve acertador das 5 dezenas. O prêmio acumulado para a Quina 4618, que será sorteada no dia 01/03/2018 na cidade de Maceio (AL ) é de 2.000.000,00.

32 46 55 75 79
Acertos Ganhadores Prêmio (R$)
Quina 0 R$ 0,00
Quadra 47 R$ 8.327,65
Terno 3.991 R$ 147,47
Duque 107.909 R$ 2,98

 

Fonte: https://www.redenoticia.com.br/noticia/2018/mega-sena-e-quina-4617-sorteio-em-28-02/136060

Se pena for mantida, Carli Filho deve ficar mais de um ano preso

Réu terá de ficar pelo menos um ano no regime fechado. Depois, poderá passar para o regime semiaberto, com uso de tornozeleira

(foto: Franklin de Freitas)

Condenado a 9 anos e 4 meses de prisão pelo Tribunal do Júri, o ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho deverá ficar cerca de um ano e meio preso em regime fechado. A estimativa foi apresentada na manhã desta quinta-feira (1º de março) pelo advogado Elias Mattar Assad, assistente de acusação e advogado da deputada federal Christiane Yared, mãe de Gilmar Rafael Yared, uma das vítimas do crime cometido por Carli Filho.

Ainda segundo o jurista, depois de cumprir parte da pena em regime fechado (pena esta que poderá ser cumprida em seu domicílio, ou seja, em Guarapuava), Carli Filho deverá conseguir a progressão e ir para o regime semiaberto, com uso de tornozeleira eletrônica. “Importante destacar que não é algo agradável. Semiaberto ele tem de se apresentar, não poderá sair do país… Então não podemos minimizar a condenação”, explicou o advogado.

Yared e Assad ainda apontaram que não devem recorrer da decisão do juiz Daniel Avelar para tentar aumentar a pena de Carli Filho. O Ministério Público ainda irá avaliar a questão, mas segundo o assistente de acusação a tendência é de que não haja pedido para agravamento da punição ao réu.

“Na hora em que o juiz deu a sentença, me convenci de que foi bem posta. Foi um cálculo comedido”, disse o advogado. “O Ministério Público disse que iria estudar (se pediria o aumento de pena), mas possivelmente não recorresse. Minha cliente não quer vingança, ela quer uma resposta, ela quer Justiça”, complementou.

DEFESA IRÁ RECORRER

A defesa de Carli Filho, por sua vez, já adiantou que irá recorrer e pedir a diminuição da pena imposta ao ex-deputado estadual.  O prazo para recurso é de cinco dias, contados a partir da sentença proferida pelo juiz Daniel Surdi Avelar da 2ª Vara Privativa do Tribunal do Júri. Na saída do tribunal, inclusive, o advogado de defesa Roberto Brzezinski Neto afirmou considerar a pena aplicada “um tanto exagerada”, explicando ainda que vislumbra uma “séria possibilidade de diminuição de pena”.

“A defesa deverá interpor recurso de apelação no prazo legal e vai ver qual a melhor maneira para levar esse tema ao Tribunal de Justiça”, disse Brzezinski Neto, que terá com sua equipe cinco dias para apelar da condenação. O recurso será julgado pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), sob relatoria do desembargador Telmo Cherem.

POSSIBILIDADE DE ANULAÇÃO DO JÚRI

Além da redução de pena, outra possibilidade à Carli Filho seria pedir a nulidade do júri. Antes de iniciar o julgamento, na terça-feira (27/02), os advogados de defesa reclamaram que um teste de alcoolemia, considerado prova ilegal por tribunais superiores, não havia sido desentranhado do processo. Na questão preliminar, foi pedido ainda o adiamento do julgamento – o que foi negado pelo juiz Daniel Avelar.

Para Elias Mattar Assad, contudo, as chances de a defesa conseguir anular o julgamento são remotas. “O próprio Carli Filho disse que bebeu e dirigiu. Então o exame ter aparecido, não ter sido desentranhado, não causou prejuízo a nenhuma das partes. Creio que no mérito será respeitada a sentença do júri”, apostou.

Fonte:  http://www.bemparana.com.br/noticia/556003/se-pena-for-mantida-carli-filho-deve-ficar-mais-de-um-ano-preso

Professores e pais de alunos fazem protesto na praça Tamandaré

Professores e pais de alunos que estão com atividades esportivas suspensas em Balneário Camboriú farão um protesto hoje, às 14h, na praça Almirante Tamandaré. Eles querem que a prefeitura contrate os 49 professores que fazem o esporte de rendimento na cidade.

Douglas Costa Weber, responsável comitê financeiro de Balneário Camboriú, explica que a prefeitura está impedida de contratar novos servidores por conta do limite prudencial. Ele se reúne agora à tarde com conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para rever o limite. A ideia de Douglas é apresentar uma nova fórmula de cálculo, baseados em medidas adotadas por outras cidades brasileiras.

Uma mudança seria em relação ao entendimento do pagamento da Emasa à empresa Ambiental, que faz a coleta de lixo na cidade. Atualmente, esse pagamento é entendido pelo TCE como folha de pagamento. “Esse recolhimento de lixo é uma terceirização, entendemos que é uma concessão e não deveria computar na folha de pagamento”, explica Douglas.

Se o TCE entender dessa forma, a prefeitura liberaria da folha de pagamento R$ 15 milhões ao ano e um pouco mais de um milhão ao mês, o que liberaria um percentual para investir em atividades no município.

Com isso, os professores poderiam ser contratados para voltar às atividades no município. A prefeitura fez uma reunião com os professores hoje de manhã para repassar essa situação e ficou de passar novidades após a conversa com o TCE.
Fonte:  https://diarinho.com.br/noticias/geral/professores-e-pais-de-alunos-fazem-protesto-na-praca-tamandare/#e7KHLBe1lxdJyDsj.99

Julgamento de Carli Filho entra em recesso e deve ser retomado à tarde

(foto: Franklin de Freitas)

O advogado de Roberto Brezinski Neto, assistente da defesa de Carli Filho, segue reclamando da cobertura da imprensa. Ele reclama de factoides explorados pela imprensa, como a velocidade de 190 km/h, que compõe uma peça de uma agência de publicidade. O advogado reafirmou que as vítimas atravessaram a via preferencial. Após a arguição da defesa, o júri deve ter uma pausa para o almoço e, caso seja necessário, as partes terão uma hora para réplica e uma hora para tréplica.

Alessandro Silverio, advogado de Carli abre o tempo da defesa durante o segundo dia de julgamento de Carli Filho, no Tribunal do Juri. A sessão foi retomada após 15 minutos de recesso concedido pelo pelo juiz Daneil Avelar após o Ministério Público e o advogado da família, Elias Mattar Assad, ocuparem o tempo de acusação. Após citar cada um dos jurados nominalmente, Silverio diz que Carli Filho respeita da dor e a trajetória da família das vítimas. Carli Filho chora.

O advogado ressalta que Carli é pai e que os filhos dele podem ter orgulho dele. “Ele carrega no coração a dor dessas família. Mas como humano que é, tem o direito de ser julgado nos termos do diz as leis do direito penal desta nação”. O advogado se refere aos jurados pelo nome. Ele pede que os jurados esqueçam que se trata de um ex-deputado, mas de um semelhante. Segundo ele, o tema central é o dolo, a vontade. “O dolo também é conhecimento. A vontade de praticar o comportamento ilícito. Mas também é conhecimento. Carli Filho não tinha o conhecimento do curso causal para determinar a morte das vítimas. Quem diz isso são os autos”

“Será que a velocidade foi tão determinante para o acidente, senhor Norberto (nome de um dos jurados). Imaginamos que ele estivesse a 220 quilômetros por hora. As vítimas estariam hoje vivas? Lógico que sim. Ele teria passado antes de colidir contra as vítimas. Ele não tinha o domínio do curso causal. A acusação ignora o verdadeiro curso causal (atravessar a preferencial)”, afirma Silvério.

A defesa ataca os veículos de comunicação. “Eu errei e peço para pagar pelo meu erro, é isso que a defesa está pedindo. Muito mais que martírio, a cruz de Cristo quer dizer piedade”, diz Silvério.

O advogado das famílias das vítimas, Elias Mattar Assad, assitente da acusação, antes de iniciar  a argumentação no segundo dia do julgamento do ex-deputado Carli Filho, exibiu reportagem do Jornal Nacional sobre o dia do acidente. Em seguida, ele exibiu vídeos com depoimentos de testemunhas. No início de sua explanação, Mattar Assad ressaltou a dor das famílias. Depois, Mattar Assad aponta que Carli Filho “aprumou o carro” para “rampar” em linha reta, demonstrando que estava ciente do risco. O advogado questionou o argumento da defesa de que as diversas multas que levaram aos 130 pontos na carteira de Carli foram em parte causadas por membros do gabinete dele na Assembleia.

“É comum empregado assumir multa de patrão. Agora, patrão assumir multa de patrão eu nunca vi”, disse.  “A tese da defesa não para em pé. Como ele não parava em pé quando saiu daquele restaurante”, afirmou Assad.  O advogado ressaltou que Carli Filho assumiu o risco de matar, ao dirigir embriagado e se for absolvido ou apontar que ele não assumiu o risco, o júri estará “liberando geral e muitas mortes vão acontecer”. “Vamos deixar que ele saia rindo por aquela porta? Mesmo que saia daqui condenado poderá recorrer em liberdade, cumprir pena em Guarapuava”, disse.

O promotor Marcelo Balzer Público falou antes de Assad. O segundo dia do julgamento do ex-deputado Luiz Fernando Ribas Carli Filho, no Tribunal do Juri, foi aberto pela argumentação do Ministério Público, o promotor Marcelo Balzer, de pé, atrás da bancada de acusação, nesta quarta-feira, 28. Ele enfatizou em seu discurso  de abertura que a defesa de Carli Filho insiste em condenar as vítimas pela própria morte. O julgamento de Carli Filho começou na tarde desta terça-feira (27), no Tribunal do Júri, em Curitiba, e durou cerca de oito horas. A expectativa é de que os trabalhos de hoje prossigam até as 18 horas.

Balzer apresenta ma reportagem sobre a indústria das multas de trânsito exibida pelo programa Fantástico, exibido pela Rede Globo aos domingos, apontando fraudes que envolvem a empresa Consilux, que na época do acidente também operava radares em Curitiba. A reportagem sobre “indústria da multa” aponta que seria possível anular multas de políticos e apadrinhados.

“Não podia estar dirigindo, embriagou-se, ignorou os alertas, trafegou em excesso de velocidade. Os senhores querem acreditar que ele acelerou para atingir aquela barbaridade em apenas 550 metros (entre o radar e o ponto de colisão) e ainda falando ao celular. Foram varias ligações realizadas. A última ligação foi 0048 e a colisão foi às 0054”, argumentou o promotor.

O julgamento é conduzido pelo juiz Daniel Avelar, da 2ª Vara Privativa do Tribunal do Júri de Curitiba. A fila dos populares que conseguiram uma senha para acompanhar o júri já tinha cerca de 50 pessoas por volta das 8h20, desta quarta-feria, 28.

Neste segundo dia, o acusado Carli Filho chegou acompanhado do irmão, o deputado estadual Bernardo Ribas Carli (PSDB), e do pai, o ex-prefeito de Guarapuava, Luiz Fernando Ribas Carli.

No primeiro dia, o depoimento mais longo foi o da sexta testemunha, Ventura Raphael Martello Filho, perito particular chamado pela defesa de Carli Filho. Ele falou por quase três horas. Foi durante o depoimento de Martello, quando mostraram as fotos das vítimas, que o ex-deputado, aparentemente abalado pelas imagens, se retirou do plenário. O réu, aliás, prestou o último depoimento, das 21 horas às 21h30:  “Eu errei, eu bebi, eu dirigi, mas não tive a intenção de matar”, disse Carli. Ele também pediu desculpas às mães das duas vítimas, Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida. A sessão será retomada às 9 horas desta quarta (28), com a fala inicial do Ministério Público.

Antes do início do julgamento, a defesa do ex-deputado recusou três dos jurados, quantidade a que tinha direito. A promotoria recusou uma. O júri ficou formado por cinco mulheres e dois homens.

Carli é acusado de duplo homicídio com dolo eventual pela morte, em 2009, de Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida. Por se tratar de um crime doloso contra a vida, o julgamento, que está previsto para prosseguir até esta quarta,28, no Tribunal do Júri, instância em que a decisão cabe a um conselho de jurados formado por cidadãos da cidade onde ocorreu o crime. A deputada federal Christiane Yared, emocionada, foi dispensada de testemunhar.

Veja como foram os depoimentos

Primeira testemunha: “Ofereci carona para ele, que aceitou num primeiro momento, mas depois desistiu”

A primeira testemunha foi o médico Eduardo Missel, amigo de Carli Filho desde 2008, que estava com ele no restaurante no dia do acidente. O testemunho durou 34 minutos e foi para a acusação e defesa. Ele confirmou que foram pedidas quatro garrafas de vinho no restaurante, mas disse que nem todas foram consumidas. Missel não soube dizer se o ex-deputado estava em condições de dirigir naquela noite, mas ofereceu carona para ele. Segundo o testemunho, num primeiro momento Carli Filho aceitou e chegou a entrar no carro do amigo, mas desistiu e foi com o próprio carro. O médico contou que quando falou com o ex-deputado após ele sair do hospital em São Paulo, Carli Filho disse não lembrar de nada sobre o acidente. Durante o depoimento de Missel, Carli Filho chorou.

Segunda testemunha: “Quando o paciente (Carli Filho) chegou ao hospital ainda não tinha sido identificado”

O segundo depoimento foi do médico José Antônio Mangue. Ele prestou depoimento antes porque alegou problemas de saúde. Ele é testemunha de defesa. O Ministério Público mostrou fotos do corpo  das vítimas e questionou se elas tiveram tratamento adequado.  Também foi perguntado sobre detalhes do estado de saúde de Carli Filho após o acidente.  O ex-deputado foi levado ao Hospital Evangélico pelo Siate. Quando o médico iniciou o atendimento, Carli estava entubado, com trauma de face extremamente agressivo. O advogado Roberto Brzezinski Neto questionou o médico sobre a transferência de Carli a um hospital de São Paulo, dias depois do acidente. Médico diz que foi decisão da família. A defesa exibiu fotos do rosto de Carli Filho, quando ele estava hospitalizado. Médico diz que quando o paciente chegou ao hospital, ainda não havia identificação.

Terceira testemunha: “Tive que segurar Carli Filho para que ele não caísse no chão”

A terceira testemunha  foi Altevir dos Santos, segurança do restaurante. Ele confirmou a versão do médico Missel de que Carli Filho chegou a entrar no carro do amigo e saltou em seguida. Santos também informou que teve que segurar o ex-deputado para que ele não caísse no chão e confirmou que Carli Filho saiu do restaurante com o carro em alta velocidade.

Quarta testemunha: “Vi o carro saltar cerca de 1,5 metro do chão`

Após rápido recesso, o julgamento foi retomado com a testemunha Leandro Lopes Ribeiro, enfermeiro que viu o acidente. Indicado pela Defesa. Ele contou que viu o carro de Carli Filho saltar cerca de 1,5 metro do chão. “O carro de Carli Filho saiu com as quatro rodas do chão. Cheguei a ver uma parte do crânio de uma das vítimas. Foi ele que chamou o Siate.  Diz ter percebido que o carro de Carli Filho bateu na traseira do carro das vítimas, na altura do porta-malas, perto do para-brisas. Honda ficou parado na descida, na ruazinha paralela Passat foi parar na frente do Honda.

Quinta testemunha: “Honda Fita reduziu a velocidade, mas não parou”

Yuri Yasichin da Cunha, também indicado pela defesa, trafegava na mesma rua que o Honda.  Ele não viu a colisão, mas um pouco antes da esquina, ouviu o barulho.  Não soube informar se havia algum outro carro em excesso de velocidade no mesmo sentido do acusado. Ele disse que parou, mas não havia nada a ser feito, a não ser chamar o Siate, o que já havia sido feito. Ao ser questionado pela defesa, afirmou que o Honda Fit reduziu a velocidade ao chegar na esquina, mas não parou. Ele confirmou que cobriu a cabeça de Rafael Yared com uma caixa de sapato.

Sexta testemunha: “A perícia oficial tem várias falhas”

Ventura Raphael Martello Filho é um perito particular chamado pela defesa de Carli Filho e seu depoimento durou quase 3 horas.  Ele diz ter encontrado inúmeras incongruências na perícia oficial sobre a velocidade do carro do ex-deputado. Para ele, não há como aferir, cientificamente, a velocidade em que os carros estavam no momento da batida. O laudo oficial apontou que Carli trafegava entre 161 km/h e 173 km/h. “Houve inúmeras tentativas de supostos cálculos de velocidade, nenhum seguiu nenhuma metodologia aceita; não encontramos possibilidade de calcular a velocidade de qualquer um dos veículos”, disse ele.  Segundo o perito, dá para ter a percepção que o veículo que trafegava acima da velocidade permitida,  mas não há método para aferir a velocidade; nem estimativa. Segundo ele, o Passat colidiu a parte mais resistente, que é a frente e motor com a parte mais frágil do Honda Fit, que é uma parte oca. Ele também garantiu que o carro de Carli não saiu do chão no acidente.  Segundo ele, a velocidade mínima para o veículo decolar seria de 250 km/h e o carro do ex-deputado tem 227 km/h de velocidade máxima.  Questionado, Martello afirma que o valor “travado” no velocímetro (190 km/h) de Carli não pode ser considerado para determinar a velocidade do veículo na hora do acidente.

Perito mostrou ainda vistas noturnas do local do acidente. Explicou que os semáforos ficam em amarelo piscante quando estão estragados ou em determinados horários. Ele disse que foi até o local do acidente, ficou na posição do carro das vítimas, no mesmo horário, e esperou que passasse um veículo com faróis xenon – que dão maior visibilidade –  como eram os de Carli. Tentativa é de demonstrar que era possível que as vítimas vissem o carro do ex-deputado. O perito mostrou  a simulação virtual para determinação  da velocidade máxima  atingível pelo modelo Passat Variant 2.0. Ele acredita que o máximo que o carro de Carli poderia chegar é 136 km/h, com base em um teste virtual. Martello ainda mostrou a foto da parte de baixo do Passat do ex-deputado. A imagem foi feita pela criminalística e mostra um leve amassado.  Segundo o perito, se tivesse caído em cima do Honda, segundo ele, estaria em condições piores.  Martello criticou vídeo produzido pelos assistentes de acusação, que mostra uma reconstituição em animação gráfica do que teria ocorrido no momento do acidente; perito critica inclusive o fundo musical dramático; Analisando fotos, diz que partes do carro de Carli podem ter sido danificadas na remoção, não na batida. Ele questionou como o carro causou a decapitação de duas pessoas e não há nenhuma gota de sangue nele. Roberto Brzezinski Neto, advogado de defesa, pediu que o perito não mostrasse fotos das vítimas para “não explorar a tragédia de ninguém”.  Neste momento, Carli deixou o plenário, aparentemente abalado com as fotos dos jovens mortos.  Martello sustentou a tese de que as vítimas poderiam ter evitado a batida. Após o depoimento dele, o juiz Daniel Avelar suspendeu julgamento por 30 minutos para pausa de jantar.

Depoimento do réu Fernando Ribas Carli Filho: ” Eu errei, eu bebi, eu dirigi, mas não tive a intenção de matar”

O réu Fernando Ribas Carli Filho disse que nunca fugiu do processo. “Usamos o direito da ampla defesa porque acreditamos que a denúncia contra a minha pessoa não é correta, porque nunca tive a intenção de matar”, disse ele, no depoimento. “Eu errei, eu bebi, eu dirigi. Assumo a culpa, mas nunca tive a intenção de matar alguém”, afirmou. Ele ainda negou que tenha feito racha em algum momento de sua vida. Relembrando o dia do acidente, Carli disse que encontrou o casal de amigos, beberam e comeram e que não se lembra de nada após a saída do restaurante. Explicou que esqueceu porque sofrey amnésia lacunar, segundos os médicos.  O réu chorou ao falar da educação simples que os pais deram a ele. Disse que nunca fez racha na vida dele e não estaria fazendo racha naquela noite. Ele disse que no dia saiu para visitar o pai no hospital e depois foi jantar no restaurante. Só lembra do restaurante e depois no coma no hospital. Afirmou que o carro dele era usado por diversas pessoas da assembleia, por isso tinha tantas multas. Também afirmou que não foi comunicado formalmente que a carteira estava cassada.

Ele olhou para as mães da vítimas e disse que nunca teve a chance de pedir perdão, mas que agora quer pedir desculpas “do fundo do coração “. Por fim, ele  não pode confirmar a velocidade que estava porque não tem recordação dos fatos.

 

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Atraso

O julgamento estava previsto para começar às 13 horas, mas atrasou. A sessão começou apena àss 13h15. Nesta manhã, por vollta das 10 horas, os policiais já estavam preparando o isolamento da sede do Tribunal do Júri, no Centro Cívico. O caso, de grande repercussão nos últimos anos, tem grande apelo e comoção. Por causa disso, a Polícia Militar fez o reforço da a segurança tanto interna quanto externa do Tribunal de Júri. Do lado de fora, um grande efetivo deve estar presente para acompanhar possíveis manifestações e também orientar o trânsito, que deve ficar pesado ao longo do julgamento.

O ex-deputado foi denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) ainda em 2009 e, após uma série de recursos apresentados pela defesa no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento foi marcado. Pelo Ministério Público do Paraná, atuarão na acusação os promotores de Justiça Marcelo Balzer Correia (autor da ação contra o ex-deputado em 2009) e Paulo Markowicz de Lima.

Como é o julgamento

O julgamento teve início após a definição dos jurados. Entre um grupo de 25 pessoas previamente convocadas pela Justiça, foram definidos, por sorteio, os sete que irão compor o Conselho de Sentença. Em seguida, foram ouvidas as testemunhas: eram 12 no total, de acusação e de defesa, mas com os pedidos indeferidos e ausências, ficaram apenas seis.  Na sequência, foi realizado interrogatório com o réu. Nesta quarta, acontecderá o  debate entre acusação e defesa – momento em que as partes sustentam suas teses sobre o ocorrido para os jurados, os quais se reúnem após as falas para proferir a decisão do Conselho de Sentença. Por fim, o juiz proclama a sentença, que é lida em plenário diante do réu e de todos os presentes. A previsão é que o julgamento termine nesta quarta.

 

 

No segundo dia, estimativa é de que os debates do julgamento tomem o dia todo

Yared ironiza pedido de desculpas e diz que Carli Filho não parece arrependido

Sete cabeças e uma sentença: veja o perfil dos jurados do caso Carli Filho

 

 

Fonte: http://www.bemparana.com.br/noticia/555519/julgamento-de-carli-filho-entra-em-recesso-e-deve-ser-retomado-a-tarde